Foto da semana: 26 de agosto: Dia Internacional da Igualdade da Mulher

Comemorado em 26 de agosto, o Dia Internacional da Igualdade da Mulher marca momentos importantes das mulheres na busca por condições de igualdade entre os gêneros, onde podemos citar como exemplo a conquista de direitos na vida profissional e política.

We Can Do It! (Nós podemos fazer isso!), de J. Howard Miller, 1943.

We Can Do It! (Nós podemos fazer isso!), de J. Howard Miller, 1943.

Há poucas décadas, as mulheres não tinham direito ao voto, nem acesso à educação formal e o mercado de trabalho era hermético à presença feminina. O lugar da mulher na sociedade era visto exclusivamente pelo viés do casamento e da maternidade. A casa era o único espaço considerado legítimo para quem nascesse do sexo feminino. Nos últimos tempos, temos experimentado o acesso progressivo à educação, ao mundo do trabalho e ao exercício político pleno, particularmente nos países ocidentais. Essa situação é fruto de uma incansável luta pela igualdade entre os sexos, que está longe de terminar.

A luta da mulher para garantir seu espaço no mercado e alcançar melhores condições de trabalho deixou marcas na história do Brasil. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no país, entre a década de 1940 e 1990, as mulheres no âmbito trabalhista passaram de 2,8 milhões para 22,8 milhões. Assim, em 1940, a população ativa feminina passou de 19% para 35% e estava concentrada no setor primário da economia. Cinquenta anos depois, 74% da população ativa estavam concentradas em atividades do setor terciário, como serviços comunitários, de saúde, educação ou domésticos.

As mulheres estão se preparando cada vez mais para o mercado de trabalho e ocupando mais espaços. Assim, a desigualdade, que ainda está presente, vem diminuindo gradativamente. Mais do que uma homenagem ao gênero, o Dia Internacional da Igualdade da Mulher é uma data de reflexão sobre as transformações que ainda devem acontecer para a plena igualdade entre homens e mulheres.

Com informações de: Universitário

Segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública de 2015, uma mulher é estuprada a cada três horas no país. De acordo com o Datafolha, 67% da população, em sua maioria mulheres, tem medo de ser vítima de agressão sexual. O profissional da advocacia precisa, portanto, estar atento e se especializar cada vez mais no combate desta realidade.

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